Dedé e os Tubarões

18 de junho de 2015

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Estamos terminando de ler.

Sim, estamos, porque se um livro pode ser escrito a quatro mãos pode também ser lido com quatro olhos (seis, no caso – tô adorando meus óculos de vista cansada).

Pedro lê um capítulo; eu leio seguinte.

Como são curtos, escritos em fontes grandes, Pedro se anima a ler em voz alta alternando comigo.

Cada final de capitulo convida à leitura do próximo, como num bordado.

Dedé e os tubarões é todo construído com vocabulário simples. Leve. Isso faz com que a história corra livre, divertida, sem interrupções estilísticas ou mensagens educacionais.

Taí a receita de boa literatura, que Alessandra domina como poucos autores hoje em dia. Ela sabe que a melhor mensagem da literatura é a própria literatura. A história pela história.

Mais uma deliciosa leitura com o carque do meu coração.

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Observando todas essas crianças presentes nas manhãs de leitura que promovemos, matutei com Mariana Campello quanto de carbono tem deixado de ser emitido durante os eventos no parque.

Pensamos em formular um índice que confrontasse as emissões dos eletrônicos usados pela crianças
com o tempo de duração das leituras no parque. Tipo: eletrônicos X crianças/hs.
O coeficiente seria negociado na Bolsa Verde. Que tal?
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Marina e Cristiana contam “A Vaca que botou um ovo” de